"PEC 285 não resolve, só piora"
"Para o ex-coordenador da Fazenda de São Paulo, discussões sempre esbarram na questão regional".

Entrevista publicada ao Jornal “Gazeta Mercantil”, edição de 09 de outubro de 2006
Clóvis Panzarini (*)

Às vésperas do segundo turno da eleição que irá definir o próximo presidente do Brasil, a discussão em torno da questão fiscal ganha força mas, na avaliação do economista e ex-coordenador tributário da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Clóvis Panzarini, hoje sócio-diretor da CP Consultores Associados, os debates parecem estar sempre na estaca zero, como há trinta anos.

Corte de investimentos é criticado

Entrevista publicada no “O Estado de São Paulo”, edição de 26 de agosto de 2006
Clóvis Panzarini (*)

O tributarista Clovis Panzarini, ex-coordenador da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, afirma que a carga tributária brasileira é conseqüência do tamanho do setor público. "É como uma taxa de condomínio. Você paga o quanto o condomínio gasta. Se gasta mais, tem chamada extra. É o que está ocorrendo com o Brasil", exemplifica.

Farra do Estado
Problema não é carga tributária, mas gasto público

Entrevista publicada na Revista Consultor Jurídico - 22 de janeiro de 2006
Clóvis Panzarini (*)

A Receita Federal anunciou com fanfarras e fogos de artifício o recorde histórico de arrecadação tributária alcançado em 2005: R$ 364,1 bilhões foi o total de dinheiro que os contribuintes depositaram nos cofres do governo.
Para os especialistas a marca histórica é motivo mais de preocupação do que de orgulho. “O Estado precisa arrecadar muito porque gasta demais”, lamentou em entrevista à Consultor Jurídico o economista e ex-coordenador da Administração Tributária de São Paulo, Clovis Panzarini.

Uma conta que não fecha
Em entrevista exclusiva à Siderurgia Brasil.
Clóvis Panzarini (*)

Siderurgia Brasil – O senhor concorda com a afirmação de que a carga tributária brasileira é muito elevada? Clóvis Panzarini – Eu concordo, mas gosto de fazer uma ponderação: a carga tributária não é causa de nada; ela é conseqüência do tamanho do Estado brasileiro. Se o Estado brasileiro custa 38% do PIB, há que se arrecadar 38% em imposto, nem mais, nem menos, porque “não existe almoço grátis”. Na realidade o Estado brasileiro não custa 38% do PIB; deve custar em torno de 33%....

“Existe hoje no Brasil, com o ICMS, um inferno tributário. E com as condições vigentes, a tão esperada reforma fiscal não vai sair”
Entrevista publicada no Jornal do Economista CORECON – SP, edição de abril/2006dfdfdfsdfdsfsdfdsssddsdddd
Clóvis Panzarini (*)

O Economista Clóvis Panzarini é um especialista em Finanças Públicas. Trabalhou e estudou o assunto durante toda sua carreira, da qual faz parte um longo período de atuação na Secretária da Fazenda do Estado e São Paulo, onde acompanhou bem de perto tudo o que se fez, e não fez, no ICMS-Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços....